Sexta-feira, Junho 20, 2008
Sábado, Junho 07, 2008
A Casca do Cajazeiro e Miniaturas Esculpidas na Casca do Cajazeiro
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Tem tanta musica na minha cabeça.
O Cajá ou Taperebá




Fruto do taperebazeiro, árvore de grande porte. Tem formato cilíndrico, com arredondamento nas extremidades. Seu tamanho é idêntico ao de uma pequena ameixa. A casca é uma película que envolve polpa de não mais de 3 mm de espessura, aderente a um caroço que é a parte maior da fruta. O taperebá é amarelo-escuro, muito perfumado, ácido, mas de excelente sabor adocicado.
Especialmente apreciado em refrescos, sorvetes e licores.
Origem e distribuição geográfica: Toda a América tropical including as Índias ocidentais. Nenhuma evidência de uma área interditado da origem. Status: Cultivado. Introduzído no mercado localmente. Descrição: Árvore a 20-30 m que ramificam altamente, propagado por sementes (germination extremamente lento: 150-900 dias) e cortes. O ellipsoid da fruta, 2.5-4 cm long, yellow; mesocarp escasso, amarelo suculento, desobstruído, altamente aromatic; endocarp duro, contendo 0-5 sementes. Variação genetic elevada na qualidade de fruta. Usos: Pulp fresco comido, ou feito no suco, no concentrado, nas geléias, e nos sherbets.
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Tem tanta musica na minha cabeça.
Quinta-feira, Maio 29, 2008
Rosa espia por cima do muro
Será em que ?
Pensa Rosa
Será Rosa pensa ?
No que pensaria uma Rosa
Vermelha, mas não é de vergonha
Espiando por cima do muro.
Será em que ?
Pensa Rosa
Será Rosa pensa ?
No que pensaria uma Rosa
Vermelha, mas não é de vergonha
Espiando por cima do muro.
Terça-feira, Novembro 13, 2007
O CalipalNão sei como é o nome que se da a uma plantação de eucaliptos, mas era assim que a gente chamava, quando tinha sete anos e vindo da Vila Madalena meu pai comprou um terreno na periferia da cidade, era uma vila pequena cercada de matas tinha uns 50 terrenos mais a chácara do Português seu Martins. Não tinha luz, só uma estradinha cortando a mata, E a mata era o calipal do Mitsutani, onde hoje é uma vila bastante povoada, pois faz tempo deixou de ser periferia. Essa época dos sete pra oito anos, ter ido morar ali foi o Maximo e uma das melhores épocas pra mim era uma aventura andar quase quatro kilometros pra ir a escola, e sozinho, pois não tinha muitas crianças que iam a escola, e gostava da caminhada me sentir o super indo pra escola sozinho, gostava de ir a escola e na volta passar na casa de tia Maria, meus primos era já grandes, e não gostavam que eu mexesse nos gibis, mas minha tia e minha prima Vera passavam um pano pra mim porque eu era cuidadoso e colocava a revista no mesmo lugar que tinha tirado, claro que vez outra eu me confundia, afinal, mas ate entendo hoje, puts eles dois tinham uma estante que era uma parede com coleções completas de gibis, Superman, Tarzan, Fantasma, esses eram os preferidos que povoavam minhas aventuras na mata depois que voltava pra casa da escola e muitos outros da época. Eu lia um dois gibis e outra aventura na volta com elementos fresquinhos do que tinha acabado de ler.Logo que chegava em casa, almoçava e fazia logo a lição de casa pra poder ir brincar, tinha poucas crianças, eu nunca fui afim de futebol, Meu amigo Nelson estudava a tarde, e eu quase sempre ia pra mata e gostava daquele silencio andar na mata fazendo aventuras, ouvir um pássaro aqui acolá, vez em quando o som de arvores caindo, sendo derrubadas nos tempos de extração, ai eu interrompia as caçadas e ia la ver. Eu tinha ficado amigo dos lenhadores que quando me viram a primeira vez dentro da mata acharam que estava perdido, depois disso na época de corte um deles sempre trazia uma foice pra mim, e então eu olhava em volta procurando o maior pé de eucalipto pra mim, que parecia que era uma sequóia gigante, e tinha centena de metros, ai eu ficava tirando lascas da arvore a tarde toda. Houve vez que voltei no outro dia até eu conseguir derrubar a arvore, era um barato quando ela caía , estralando, quebrando galhos das outras em volta em seu caminho pro chão com um estrondo, e ouvia as risadas dos lenhadores quando eu gritava Madeiraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
E às vezes sair do caminho.


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Tem tanta musica na minha cabeça.





UMA AVENTURA
J.Alves 06/11/2007
Já é de tarde logo mais chega a noite, um silencio assustador, eu numa caçada estou na mata fechada cheia de perigos, armadilhas e feras selvagens, tigres, onças, leões, crocodilos, cobras gigantescas e todo tipo de vida feroz numa selva, armado apenas com arco e seis flechas pra essa jornada, estou tranqüilo sei que não tem tribos selvagens nessa área, mas devo ficar atento aos perigos, ando em silencio e no silencio ouço um ruído leve, fico mais atento pode ser um tigre, ou um leopardo armo o arco olhando em volta atento a um perigo que pode vir de qualquer lugar., e vem do alto de um galho com um rugido aterrador uma boca com presas enormes escancaradas e garras afiadas, em minha direção pra me estraçalhar, fração de segundos pra minha vida, atiro a flecha, mesmo no susto me jogo no chão já rolando pro lado, acerto o alvo mas ainda levo no braço uma arranhada de uma pata de um leão que cai do meu lado já liquidado. Levanto-me e digo pra mim sou um caçador fo.... e vendo a fera morta a meus pés vi que bela presa e já me preparava para tirar o couro do bicho como troféu, ouvi um grito de longe. Menino sai do mato vem pra casa tomar banho pra jantar que ta quase de noite. Era minha mãe chamando uns cem metros de casa tinha uma plantação de eucaliptos pra extração pra onde eu ia depois de terminar as lições de casa, que trazia da escola, tinha oito anos andava quatro kilometros pra chegar na escola atravessando a mata no caminho também tinha historias , não tinha luz elétrica o que tinha de informação na época era ver televisão. Nos domingos seu Martins um português, tipo o senhor feudal do lugar tinha uma chácara de verduras a tarde depois das duas da tarde ligava um gerador e pra umas poucas pessoas da vila tinha acesso a casa dele eu era amigão do filho único e das filhas, ai a gente via na TV o programa do Silvio Santos. Depois vinha a jovem guarda, o homem de Virginia, Cimarrom e depois só no próximo domingo. E durante a semana eu inventava historias e aventuras e brincava com o que eu tinha,.
J.Alves 06/11/2007
Já é de tarde logo mais chega a noite, um silencio assustador, eu numa caçada estou na mata fechada cheia de perigos, armadilhas e feras selvagens, tigres, onças, leões, crocodilos, cobras gigantescas e todo tipo de vida feroz numa selva, armado apenas com arco e seis flechas pra essa jornada, estou tranqüilo sei que não tem tribos selvagens nessa área, mas devo ficar atento aos perigos, ando em silencio e no silencio ouço um ruído leve, fico mais atento pode ser um tigre, ou um leopardo armo o arco olhando em volta atento a um perigo que pode vir de qualquer lugar., e vem do alto de um galho com um rugido aterrador uma boca com presas enormes escancaradas e garras afiadas, em minha direção pra me estraçalhar, fração de segundos pra minha vida, atiro a flecha, mesmo no susto me jogo no chão já rolando pro lado, acerto o alvo mas ainda levo no braço uma arranhada de uma pata de um leão que cai do meu lado já liquidado. Levanto-me e digo pra mim sou um caçador fo.... e vendo a fera morta a meus pés vi que bela presa e já me preparava para tirar o couro do bicho como troféu, ouvi um grito de longe. Menino sai do mato vem pra casa tomar banho pra jantar que ta quase de noite. Era minha mãe chamando uns cem metros de casa tinha uma plantação de eucaliptos pra extração pra onde eu ia depois de terminar as lições de casa, que trazia da escola, tinha oito anos andava quatro kilometros pra chegar na escola atravessando a mata no caminho também tinha historias , não tinha luz elétrica o que tinha de informação na época era ver televisão. Nos domingos seu Martins um português, tipo o senhor feudal do lugar tinha uma chácara de verduras a tarde depois das duas da tarde ligava um gerador e pra umas poucas pessoas da vila tinha acesso a casa dele eu era amigão do filho único e das filhas, ai a gente via na TV o programa do Silvio Santos. Depois vinha a jovem guarda, o homem de Virginia, Cimarrom e depois só no próximo domingo. E durante a semana eu inventava historias e aventuras e brincava com o que eu tinha,.
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Tem tanta musica na minha cabeça.
Domingo, Outubro 14, 2007
ESPERANDO O BUSAO
De olho no caminho, injuriado esperando, maldito busao que não vem sábado pela manhã tendo de correr atra$$ e nada do busao chegar.
Do outro lado da rua, o mercadao fazendo promoção tem um cara falando num microfone, e tocando um daqueles forrozinhos bregas de duplo sentido, que só ficava no mexe, remexe, Au au miau miau muito irritante, o olhar esticado no caminho esperando algo pra sair daquele suplicio. Solta um aff e olhando em volta acaba achando divertido ver outras pessoas também no ponto, e algumas até se divertindo e cantarolando aquela musica horrível pra ele, afinal nem todo mundo gosta de todo mundo, ou coisas, e do busao nem sinal, e vindo da direção vem uma figura, carregando trocentas sacolas de mercado amarradas umas nas outras com coisas pra reciclagem, garrafas pets, latas, papelão etc., ele vem se arrastando pois é muita coisa, umas das sacolas se solta e cai no chão, para tenta apanhar e prender com as outras, ela rasga e cai na calçada, duas latas, uma reciclável a outra de ervilhas. Quatro tubos vazios de papel higiênico, um frasco de ketchup mais um bocado de guardanapos de papel, e outros lixos que não sei se é comercial. Mas enfim desistiu pegou sua tralha de novo, andou uns passos parou e voltou pra pegar a lata de cerveja, e a de ketchup, nisso a moça do cabeleireiro em frente já estava na porta com uma vassoura, já sabendo que ela quem ia limpar o lixo na calçada, quando ele já ia de novo ela reclamou, ele parou botou tudo no chão voltou e deu um pontapé no monte de lixo, espalhando tudo pela calçada e na rua e dando uma risada viu a lata de ervilhas ir parar embaixo da roda do busao, que enfim tinha chegado.
13/10/2007
J.Alves
De olho no caminho, injuriado esperando, maldito busao que não vem sábado pela manhã tendo de correr atra$$ e nada do busao chegar.
Do outro lado da rua, o mercadao fazendo promoção tem um cara falando num microfone, e tocando um daqueles forrozinhos bregas de duplo sentido, que só ficava no mexe, remexe, Au au miau miau muito irritante, o olhar esticado no caminho esperando algo pra sair daquele suplicio. Solta um aff e olhando em volta acaba achando divertido ver outras pessoas também no ponto, e algumas até se divertindo e cantarolando aquela musica horrível pra ele, afinal nem todo mundo gosta de todo mundo, ou coisas, e do busao nem sinal, e vindo da direção vem uma figura, carregando trocentas sacolas de mercado amarradas umas nas outras com coisas pra reciclagem, garrafas pets, latas, papelão etc., ele vem se arrastando pois é muita coisa, umas das sacolas se solta e cai no chão, para tenta apanhar e prender com as outras, ela rasga e cai na calçada, duas latas, uma reciclável a outra de ervilhas. Quatro tubos vazios de papel higiênico, um frasco de ketchup mais um bocado de guardanapos de papel, e outros lixos que não sei se é comercial. Mas enfim desistiu pegou sua tralha de novo, andou uns passos parou e voltou pra pegar a lata de cerveja, e a de ketchup, nisso a moça do cabeleireiro em frente já estava na porta com uma vassoura, já sabendo que ela quem ia limpar o lixo na calçada, quando ele já ia de novo ela reclamou, ele parou botou tudo no chão voltou e deu um pontapé no monte de lixo, espalhando tudo pela calçada e na rua e dando uma risada viu a lata de ervilhas ir parar embaixo da roda do busao, que enfim tinha chegado.
13/10/2007
J.Alves
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Tem tanta musica na minha cabeça.
Sexta-feira, Outubro 05, 2007
Segunda-feira, Setembro 24, 2007
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